Em uma tradução livre, no momento da revelação do vídeo lê-se: "Será que precisamos nos disfarçar para nos aproximar? Se aproxime."
Vídeos Motivacionais
Rick Warren no seu livro “Poder para ser vitorioso” fez a seguinte declaração:
"Uso sapatos pelo conforto, não pela moda. Há alguns anos tive um par de sapatos pretos que usei quase diariamente por um ano. Por fim, começaram a aparecer buracos na sola, mas eram tão confortáveis aqueles sapatos que continuei a usá-los. Não podia cruzar as pernas quando ficava sentado em uma plataforma para que as pessoas da congregação não vissem os buracos. Sabia que precisava comprar sapatos novos, mas ficava adiando. Então, um dia choveu, choveu uma semana inteira. Depois de quatro dias de meias ensopadas, senti-me motivado a mudar de atitude e comprar sapatos novos. O primeiro passo na mudança geralmente é o desconforto!"
(Rick Warren, em "Poder Para Ser Vitorioso", pg 29 - Ed Vida).
Ilustrações do Reino de Deus
"Existe uma história contada no Brasil a respeito de um missionário que descobriu uma tribo de índios numa parte remota da floresta. Eles viviam perto de um grande rio. A tribo era amigável e precisava de atenção médica. Uma moléstia contagiosa estava devastando a população e muita gente morria diariamente. Havia uma enfermaria localizada em outra parte da floresta e o missionário determinou que a única esperança para a tribo era ir ao hospital para tratamento e vacinações. Para poderem chegar ao hospital, entretanto, os índios teriam de atravessar o rio — uma façanha que eles não estavam dispostos a realizar.
O rio, acreditavam, era habitado por espíritos maléficos. Entrar na água significava morte certa. O missionário deu início à difícil empreitada de superar a superstição da tribo.
Ele explicou como havia atravessado o rio e chegado ileso. Não teve sorte. Levou o povo à margem e colocou a mão na água. Ainda assim os índios não acreditaram nele. Ele entrou no rio e borrifou água no rosto. O povo observou atentamente, mas ainda hesitava. Por fim, ele voltou-se e mergulhou na água. Nadou por baixo da superfície até sair do outro lado.
Tendo provado que o poder do rio era uma farsa, o missionário socou o ar com punho vitorioso. Ele havia entrado na água e escapado. Os índios vibraram e seguiram-no para o outro lado do rio.
Jesus viu gente escravizada pelo medo de um poder barato. Ele explicou que o rio da morte não era nada a temer. As pessoas não acreditaram nele. Ele tocou um rapazinho e trouxe-o de volta à vida. Os seguidores ainda não estavam convencidos. Ele insuflou vida ao corpo morto de uma menina. As pessoas ainda continuaram cínicas. Ele deixou um homem morto passar quatro dias num sepulcro e depois o chamou para fora. É suficiente? Aparentemente não. Pois foi necessário que ele entrasse no rio, que submergisse na água da morte antes das pessoas acreditarem que a morte havia sido conquistada.
Mas depois que ele o fez, depois que saiu no outro lado do rio da morte, foi hora de cantar. . . foi hora de celebrar, foi hora de entoar cânticos e júbilos!"
- Max Lucado, do livro “Seis Horas de uma Sexta-Feira”, editora Vida, 1994.
Fonte: www.hermeneutica.com
O rio, acreditavam, era habitado por espíritos maléficos. Entrar na água significava morte certa. O missionário deu início à difícil empreitada de superar a superstição da tribo.
Ele explicou como havia atravessado o rio e chegado ileso. Não teve sorte. Levou o povo à margem e colocou a mão na água. Ainda assim os índios não acreditaram nele. Ele entrou no rio e borrifou água no rosto. O povo observou atentamente, mas ainda hesitava. Por fim, ele voltou-se e mergulhou na água. Nadou por baixo da superfície até sair do outro lado.
Tendo provado que o poder do rio era uma farsa, o missionário socou o ar com punho vitorioso. Ele havia entrado na água e escapado. Os índios vibraram e seguiram-no para o outro lado do rio.
Jesus viu gente escravizada pelo medo de um poder barato. Ele explicou que o rio da morte não era nada a temer. As pessoas não acreditaram nele. Ele tocou um rapazinho e trouxe-o de volta à vida. Os seguidores ainda não estavam convencidos. Ele insuflou vida ao corpo morto de uma menina. As pessoas ainda continuaram cínicas. Ele deixou um homem morto passar quatro dias num sepulcro e depois o chamou para fora. É suficiente? Aparentemente não. Pois foi necessário que ele entrasse no rio, que submergisse na água da morte antes das pessoas acreditarem que a morte havia sido conquistada.
Mas depois que ele o fez, depois que saiu no outro lado do rio da morte, foi hora de cantar. . . foi hora de celebrar, foi hora de entoar cânticos e júbilos!"
- Max Lucado, do livro “Seis Horas de uma Sexta-Feira”, editora Vida, 1994.
Fonte: www.hermeneutica.com
Ilustrações do Reino de Deus
Certa família tinha em casa, na parede da copa, um extintor de incêndios. Ali foi colocado e ali ficou. Durante uns três anos a única atenção que ele recebia era uma espanagem rápida para tirar o pó acumulado.
Ora, um dia, uma dessas chaminés ambulantes, um viciado no fumo, fez uma visita a casa e na sala de estar com um cigarro recém-aceso, distraidamente, pôs fogo numa cortina.
O fogo se alastrou a alguns jornais e outros objetos inflamáveis e daí a pouco foi aquele corre-corre. A dona da casa arrancou da parede da copa o extintor e procurou usá-lo.
Esforço inútil: ele estava descarregado. Felizmente uma guarnição dos bombeiros chegou a tempo de impedir que a casa toda fosse destruída. Mas assim mesmo foi grande o prejuízo. Um extintor que não seja periodicamente carregado não adianta.
Assim também a Bíblia: se fica na sala apenas como objeto de decoração – o que acontece em muitas casas de crentes – não vai adiantar grande coisa num momento de crise ou dificuldade.
- Do site de Pr. Walter Pacheco
Fonte: www.sfnet.com.br
Ilustrações do Reino de Deus
Em uma sala de aula, haviam várias crianças; quando uma delas perguntou a professora:
- Professora, o que é o AMOR?
A professora sentiu que a criança merecia uma resposta a altura da pergunta inteligente que fizera. Como já estava na hora do recreio, pediu para que cada aluno desse uma volta pelo pátio da escola e trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor. As crianças saíram apressadas e, ao voltarem, a professora disse:
- Quero que cada um mostre o que trouxe consigo.
A primeira criança disse:
- Eu trouxe esta FLOR, não é linda?
A segunda criança falou:
- Eu trouxe esta BORBOLETA - veja o colorido de suas asas, vou colocá-la em minha coleção.
A terceira criança completou:
- Eu trouxe este FILHOTE DE PASSARINHO - ele havia caído do ninho junto com outro irmão. Não é uma gracinha?
E assim as crianças foram se colocando.
Terminada a exposição, a professora notou que havia uma criança que tinha ficado quieta o tempo todo. Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido.
A professora se dirigiu a ela e perguntou:
- Meu bem, por que você nada trouxe?
E a criança timidamente respondeu:
- Desculpe, professora. Vi a FLOR, e senti o seu perfume, pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu PERFUME exalasse por mais tempo. Vi também a BORBOLETA, leve, colorida... Ela parecia tão feliz, que não tive coragem de aprisioná-la. Vi também o PASSARINHO, caído entre as folhas, mas, ao subir na árvore, notei o olhar triste de sua mãe, e preferi devolvê-lo ao ninho. Portanto, professora, trago comigo: o perfume da flor; a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe do passarinho. Como posso mostrar o que trouxe?
A professora agradeceu a criança e lhe deu nota máxima, pois ela fora a única que percebera, que só podemos trazer o AMOR em nosso coração.
Autora: Eliane de Araujoh
Extraída do livro "Histórias para Sua Criança Interior"
Eliane de Araujoh - a ser lançado pela Editora C. Roka Ltda em Agosto/2000
- Professora, o que é o AMOR?
A professora sentiu que a criança merecia uma resposta a altura da pergunta inteligente que fizera. Como já estava na hora do recreio, pediu para que cada aluno desse uma volta pelo pátio da escola e trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor. As crianças saíram apressadas e, ao voltarem, a professora disse:
- Quero que cada um mostre o que trouxe consigo.
A primeira criança disse:
- Eu trouxe esta FLOR, não é linda?
A segunda criança falou:
- Eu trouxe esta BORBOLETA - veja o colorido de suas asas, vou colocá-la em minha coleção.
A terceira criança completou:
- Eu trouxe este FILHOTE DE PASSARINHO - ele havia caído do ninho junto com outro irmão. Não é uma gracinha?
E assim as crianças foram se colocando.
Terminada a exposição, a professora notou que havia uma criança que tinha ficado quieta o tempo todo. Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido.
A professora se dirigiu a ela e perguntou:
- Meu bem, por que você nada trouxe?
E a criança timidamente respondeu:
- Desculpe, professora. Vi a FLOR, e senti o seu perfume, pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu PERFUME exalasse por mais tempo. Vi também a BORBOLETA, leve, colorida... Ela parecia tão feliz, que não tive coragem de aprisioná-la. Vi também o PASSARINHO, caído entre as folhas, mas, ao subir na árvore, notei o olhar triste de sua mãe, e preferi devolvê-lo ao ninho. Portanto, professora, trago comigo: o perfume da flor; a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe do passarinho. Como posso mostrar o que trouxe?
A professora agradeceu a criança e lhe deu nota máxima, pois ela fora a única que percebera, que só podemos trazer o AMOR em nosso coração.
Autora: Eliane de Araujoh
Extraída do livro "Histórias para Sua Criança Interior"
Eliane de Araujoh - a ser lançado pela Editora C. Roka Ltda em Agosto/2000
Ilustrações do Reino de Deus
Conta-se uma fábula sobre um homem que caminhava vacilante pela estrada, levando uma pedra em uma das mãos e um tijolo na outra. Nas costas carregava um saco de terra; em volta do peito trazia vinhas penduradas. Sobre a cabeça equilibrava uma abóbora pesada.
Pelo caminho encontrou um transeunte que lhe perguntou:
- Cansado viajante, por que carrega essa pedra tão grande?
- É estranho, respondeu o viajante, mas eu nunca tinha realmente notado que a carregava.
Então, ele jogou a pedra fora e se sentiu muito melhor. Em seguida veio outro transeunte que lhe perguntou:
- Diga-me, cansado viajante, por que carrega essa abóbora tão pesada?
- Estou contente que me tenha feito essa pergunta, disse o viajante, porque eu não tinha percebido o que estava fazendo comigo mesmo.
Então ele jogou a abóbora fora e continuou seu caminho com passos muito mais leves. Um por um, os transeuntes foram avisando-o a respeito de suas desnecessárias cargas. E ele foi abandonando uma a uma. Por fim, tornou-se um homem livre e caminhou como tal.
Qual era na verdade o problema dele? A pedra e a abóbora? Não! Era a falta de consciência da existência delas. Uma vez que as viu como cargas desnecessárias, livrou-se delas bem depressa e já não se sentia mais tão cansado.
Esse é o problema de muitas pessoas. Elas estão carregando cargas sem perceber. Não é de se estranhar que estejam tão cansadas.
Temos que prestar atenção às cargas que roubam nossas forças e energia: pensamentos negativos, culpa, falta de perdão, mágoa, ciúmes, sentimentos de ódio, vingança...
Fonte: www.metaforas.com.br
Pelo caminho encontrou um transeunte que lhe perguntou:
- Cansado viajante, por que carrega essa pedra tão grande?
- É estranho, respondeu o viajante, mas eu nunca tinha realmente notado que a carregava.
Então, ele jogou a pedra fora e se sentiu muito melhor. Em seguida veio outro transeunte que lhe perguntou:
- Diga-me, cansado viajante, por que carrega essa abóbora tão pesada?
- Estou contente que me tenha feito essa pergunta, disse o viajante, porque eu não tinha percebido o que estava fazendo comigo mesmo.
Então ele jogou a abóbora fora e continuou seu caminho com passos muito mais leves. Um por um, os transeuntes foram avisando-o a respeito de suas desnecessárias cargas. E ele foi abandonando uma a uma. Por fim, tornou-se um homem livre e caminhou como tal.
Qual era na verdade o problema dele? A pedra e a abóbora? Não! Era a falta de consciência da existência delas. Uma vez que as viu como cargas desnecessárias, livrou-se delas bem depressa e já não se sentia mais tão cansado.
Esse é o problema de muitas pessoas. Elas estão carregando cargas sem perceber. Não é de se estranhar que estejam tão cansadas.
Temos que prestar atenção às cargas que roubam nossas forças e energia: pensamentos negativos, culpa, falta de perdão, mágoa, ciúmes, sentimentos de ódio, vingança...
Fonte: www.metaforas.com.br
Ilustrações do Reino de Deus
Você já observou elefante no circo? Durante o espetáculo, o enorme animal faz demonstrações de força descomunais. Mas, antes de entrar em cena, permanece preso, quieto, contido somente por uma corrente que aprisiona uma de suas patas a uma pequena estaca cravada no solo. A estaca é só um pequeno pedaço de madeira. E, ainda que a corrente fosse grossa, parece óbvio que ele, capaz de derrubar uma árvore com sua própria força, poderia, com facilidade, arrancá-la do solo e fugir.
Que mistério! Por que o elefante não foge?
Há alguns anos descobri que, por sorte minha, alguém havia sido bastante sábio para encontrar a resposta: o elefante do circo não escapa porque foi preso à estaca ainda muito pequeno. Fechei os olhos e imaginei o pequeno recém-nascido preso: naquele momento, o elefantinho puxou, forçou, tentando se soltar. E, apesar de todo o esforço, não pôde sair. A estaca era muito pesada para ele. E o elefantinho tentava, tentava e nada. Até que um dia, cansado, aceitou o seu destino: ficar amarrado na estaca, balançando o corpo de lá para cá, eternamente, esperando a hora de entrar no espetáculo.
Então, aquele elefante enorme não se solta porque acredita que não pode. Para que ele consiga quebrar os grilhões é necessário que ocorra algo fora do comum, como um incêndio por exemplo. O medo do fogo faria com que o elefante em desespero quebrasse a corrente e fugisse.
Que mistério! Por que o elefante não foge?
Há alguns anos descobri que, por sorte minha, alguém havia sido bastante sábio para encontrar a resposta: o elefante do circo não escapa porque foi preso à estaca ainda muito pequeno. Fechei os olhos e imaginei o pequeno recém-nascido preso: naquele momento, o elefantinho puxou, forçou, tentando se soltar. E, apesar de todo o esforço, não pôde sair. A estaca era muito pesada para ele. E o elefantinho tentava, tentava e nada. Até que um dia, cansado, aceitou o seu destino: ficar amarrado na estaca, balançando o corpo de lá para cá, eternamente, esperando a hora de entrar no espetáculo.
Então, aquele elefante enorme não se solta porque acredita que não pode. Para que ele consiga quebrar os grilhões é necessário que ocorra algo fora do comum, como um incêndio por exemplo. O medo do fogo faria com que o elefante em desespero quebrasse a corrente e fugisse.
Ilustrações do Reino de Deus
Certa vez, um homem tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o
vizinho acabou sendo preso.
Algum tempo depois, descobriram que era inocente. O rapaz foi solto,
após muito sofrimento e humilhação, e processou o homem.
No tribunal, o homem disse ao juiz:
- Comentários não causam tanto mal... E o juiz respondeu:
- Escreva os comentários que você fez sobre ele num papel. Depois
pique o papel e jogue os pedaços pelo caminho de casa. Amanhã, volte
para ouvir sentença!
O homem obedeceu e voltou no dia seguinte, quando o juiz disse:
- Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem!
- Não posso fazer isso, meritíssimo! - respondeu o homem - O vento
deve tê-los espalhado por tudo quanto é lugar e já não sei onde estão!
Ao que o juiz respondeu:
- Da mesma maneira, um simples comentário que pode destruir a honra de
um homem, espalha-se a ponto de não podermos mais consertar o mal
causado. Se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se
diga nada!
"Sejamos senhores de nossa língua, para não sermos escravos de nossas palavras".
vizinho acabou sendo preso.
Algum tempo depois, descobriram que era inocente. O rapaz foi solto,
após muito sofrimento e humilhação, e processou o homem.
No tribunal, o homem disse ao juiz:
- Comentários não causam tanto mal... E o juiz respondeu:
- Escreva os comentários que você fez sobre ele num papel. Depois
pique o papel e jogue os pedaços pelo caminho de casa. Amanhã, volte
para ouvir sentença!
O homem obedeceu e voltou no dia seguinte, quando o juiz disse:
- Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem!
- Não posso fazer isso, meritíssimo! - respondeu o homem - O vento
deve tê-los espalhado por tudo quanto é lugar e já não sei onde estão!
Ao que o juiz respondeu:
- Da mesma maneira, um simples comentário que pode destruir a honra de
um homem, espalha-se a ponto de não podermos mais consertar o mal
causado. Se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se
diga nada!
"Sejamos senhores de nossa língua, para não sermos escravos de nossas palavras".
Fonte: www.contandohistorias.com.br
Ilustrações do Reino de Deus
Durante a era glacial muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos,assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor. Por isso decidiram se afastar uns dos outros e voltaram a morrer congelados, então precisavam fazer uma escolha: ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos. Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.
E assim sobreviveram. ..
Moral da História:
O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro e consegue admirar suas qualidades.
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos. Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.
E assim sobreviveram. ..
Moral da História:
O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro e consegue admirar suas qualidades.
Ilustrações do Reino de Deus
Um senhor de idade chegou a um consultório médico, para fazer um curativo em sua mão, na qual havia um profundo corte. E muito apressado pediu urgência no atendimento, pois tinha um compromisso.
O médico que o atendia, curioso perguntou o que tinha de tão urgente para fazer.
O simpático velhinho lhe disse que toda a manhã ia visitar sua esposa que estava em um abrigo para idosos, com mal de Alzheimer muito avançado.
O médico muito preocupado com o atraso do atendimento disse:
- Então hoje ela ficará muito preocupada com sua
demora?
No que o senhor respondeu:
-Não, ela já não sabe quem eu sou. Há quase cinco anos que não me reconhece mais.
O médico então questionou:
- Mas então para quê tanta pressa, e necessidade em estar com ela todas as manhãs, se ela já não o
reconhece mais?
O velhinho então deu um sorriso e batendo de leve no ombro do médico respondeu:
-Ela não sabe quem eu sou... Mas eu sei muito bem quem ela é!
O médico teve que segurar suas lágrimas enquanto pensava...
O verdadeiro AMOR, não se resume ao físico, nem ao romântico.
O verdadeiro AMOR é aceitação de tudo que o outro é...
De tudo que foi um dia... Do que será amanhã... E do que já não é mais.
O médico que o atendia, curioso perguntou o que tinha de tão urgente para fazer.
O simpático velhinho lhe disse que toda a manhã ia visitar sua esposa que estava em um abrigo para idosos, com mal de Alzheimer muito avançado.
O médico muito preocupado com o atraso do atendimento disse:
- Então hoje ela ficará muito preocupada com sua
demora?
No que o senhor respondeu:
-Não, ela já não sabe quem eu sou. Há quase cinco anos que não me reconhece mais.
O médico então questionou:
- Mas então para quê tanta pressa, e necessidade em estar com ela todas as manhãs, se ela já não o
reconhece mais?
O velhinho então deu um sorriso e batendo de leve no ombro do médico respondeu:
-Ela não sabe quem eu sou... Mas eu sei muito bem quem ela é!
O médico teve que segurar suas lágrimas enquanto pensava...
O verdadeiro AMOR, não se resume ao físico, nem ao romântico.
O verdadeiro AMOR é aceitação de tudo que o outro é...
De tudo que foi um dia... Do que será amanhã... E do que já não é mais.
Autor desconhecido
Ilustrações do Reino de Deus
Estava já muito gasta, mas tinha marcado um preço muito mais alto que as outras, mostrando que era objeto de estimação.
Quando lhe perguntaram a razão de tão alto preço, Satanás respondeu:
"Esta ferramenta é a que eu uso com mais facilidade e mais eficazmente do que qualquer das outras, porque poucas pessoas sabem que ela me pertence. Com ela abro portas que não consigo abrir com outras; e uma vez dentro, posso usar qualquer ferramenta que eu escolha."(fonte: ww.iasdemfoco.net)
O desânimo é um sentimento que satanás tentar colocar dentro de nós para nos paralisar, para nos frustrar e fazer com que a vontade perfeita de Deus não se cumpra em nossas vidas. Todos somos constantemente afligidos por esse sentimento e ninguém está imune ao desânimo, até porque satanás sempre tentará paralisar não somente nos paralisar, mas também atrapalhar a obra que Deus tem conosco. Portanto devemos vigiar e orar para não entrarmos em tentação (Mateus 26.41), e Jesus disse essas palavras em um momento que o desânimo tinha tomado os seus discípulos, de modo que adormeceram no jardim Getsêmani.
“Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.”João16:33
Não to mandei eu? Esforça-te e tem bom ânimo; não temas nem te espantes; porque o Senhor teu Deus é contigo, por onde quer que andares. Josué: 1:9
Comentado por Thiaguinho (http://www.blogdothiaguinho.com).
Ilustrações do Reino de Deus
Ao descobrir que era uma ratoeira, ficou aterrorizado.
Correu ao pátio advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!
A galinha, disse:
- Desculpe-me, sr. Rato. Eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até o porco e lhe disse:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!
- Desculpe-me, sr. Rato, disse o porco. Mas, não há nada que eu possa fazer, isso não é problema meu.
Mas fique tranqüilo, o senhor será lembrado nas minhas orações.
O rato dirigiu-se, então, à vaca. Ela, num muxoxo, disse:
- Uma ratoeira? Isso não me põe em perigo...
Então, o rato, cabisbaixo, voltou para a casa para encarar a ratoeira.
E naquela noite, ouviu-se um barulho!
Meu Deus, era a ratoeira pegando sua vítima!
A mulher do fazendeiro correu para ver o que estava lá.
No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa.
E a cobra picou a mulher...
O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.
Para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha.
O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo.
Muita gente foi ao funeral.
Para alimentar todo aquele povo, o fazendeiro, então, sacrificou a vaca!
Moral da história:
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco!!
Numa comunidade...o problema de um é problema de todos.
Ilustrações do Reino de Deus
Um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar nos trabalhos em sua pequena fazenda.
Um dia, seu capataz veio trazer a notícia de que um dos cavalos havia caído num velho poço abandonado.
O poço era muito profundo e seria extremamente difícil tirar o cavalo de lá.
O fazendeiro foi rapidamente até o local do acidente, avaliou a situação.
certificando-se que o animal não se havia machucado.
Mas, pela dificuldade e alto custo para retirá-lo do fundo do poço, achou que não valia a pena investir na operação de resgate. Tomou, então, a difícil decisão:
Determinou ao capataz que sacrificasse o animal jogando terra no poço até enterrá-lo, ali mesmo.
E assim foi feito:
Os empregados, comandados pelo capataz, começaram a lançar terra para dentro do buraco de forma a cobrir o cavalo.
Mas, à medida que a terra caía em seu dorso, o animal a sacudia e ela ia se acumulando no fundo, possibilitando ao cavalo ir subindo.
Logo os homens perceberam que o cavalo não se deixava enterrar, mas, ao contrário, estava subindo à medida que a terra enchia o poço, até que, finalmente, conseguiu sair!
MORAL DA HISTÓRIA: Se você estiver, lá embaixo, sentindo-se pouco valorizado, quando, certos de seu desaparecimento, os outros jogarem sobre você a terra da incompreensão, da falta de oportunidade e de apoio, lembre-se do cavalo desta história.
Não aceite a terra que jogaram sobre você, sacuda-a e suba sobre ela.
E quanto mais jogarem, mais você vai subindo, subindo e subindo.
Autor desconhecido
Ilustrações do Reino de Deus
Um homem foi chamado à praia para pinta um barco.
Trouxe com ele tinta e pincéis, e começou a pintar o barco de um vermelho brilhante, como fora contratado.
Enquanto pintava, viu que a tinta estava passando pelo fundo do barco.
Percebeu que havia um vazamento e decidiu consertá-lo.
Quando terminou a pintura, recebeu seu dinheiro e se foi.
No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e presenteou-o com um belo cheque.
O pintor ficou surpreso:
- O senhor já me pagou pela pintura do barco! disse ele.
- Mas isto não é pelo trabalho de pintura. É por ter consertado o vazamento do barco.
- Ah!, mas foi um serviço tão pequeno. Certamente, não está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante.
- Meu caro amigo, você não compreende. Deixe-me contar-lhe o que aconteceu. Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o vazamento. Quando o barco secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria, eu não estava em casa naquele momento. Quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois lembrei-me que o barco tinha um furo. Imagine meu alívio e alegria quando os vi retornando sãos e salvos. Então, examinei o barco e constatei que você o havia consertado. Percebe, agora, o que fez? Salvou a vida de meus filhos! Não tenho dinheiro suficiente para pagar a sua pequena boa ação.
Não importa para quem, quando ou de que maneira, mas, ajude, ampare, enxugue as lágrimas, escute com atenção e carinho, e conserte todos os vazamentos que perceber, pois nunca sabemos quando estão precisando de nós ou quando Deus nos reserva a agradável surpresa de ser útil e importante para alguém.
Autor desconhecido.
Ilustrações do Reino de Deus
Você pode imaginar o que aconteceria se um pai resolvesse atender cada pedido dos filhos durante uma viagem? Encheríamos nossa barriga com potes de sorvetes, um após o outro. Nossa prioridade seria pipocas e nosso itinerário mostraria um cardápio de comidas fast-food.
Vá para o Milk-Shake e vire à direita. Siga em frente até encontrar o Cheeseburguer. Siga em frente por mais 1.300 calorias e entre à esquerda na Pizza Gigante. Quando vir o Hot-Dog Especial, vire à esquerda na Coca-Cola e conte 5 lojas de conveniência. No sexto banheiro...
Pode imaginar o caos se um pai saciasse todos esses desejos?
Pode imaginar o caos se Deus resolvesse saciar todos os nossos desejos?
Não é uma palavra necessária para se levar numa viagem. O destino deve reinar sobre o Super Sundae Cremoso.
"Pois Deus não nos escolheu (ênfase minha) para sermos castigados, mas para sermos salvos por meio de nosso Senhor Jesus Cristo.” 1 Tessalonincenses 5:9
Note o destino de Deus para a sua vida: salvação. de Max Lucado do livro "Um Dia Na Vida de Jesus", São Paulo: Editora Vida Cristã, Copyright 2002.
Ilustrações do Reino de Deus
O menino olhava a avó escrevendo uma carta.
A certa altura, perguntou: Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco?
E por acaso, é uma história sobre mim?
A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:
- Estou escrevendo sobre você, é verdade.
Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando.
Gostaria que você fosse como ele quando crescesse.
O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.
- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!
Tudo depende do modo como você olha as coisas.
Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las,
será sempre uma pessoa em paz com o mundo.
"Primeira qualidade: JEREMIAS 10:23; ISAÍAS 48:17.
Você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos.
Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção a Sua vontade".
"Segunda qualidade: TIAGO 1:2,3.
De vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado.
Portanto, saiba suportar dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor".
"Terceira qualidade: EZEQUIEL 33:11.
O lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado.
Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça".
"Quarta qualidade: 1 SAMUEL 16:7.
O que realmente importa no lápis, não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro..
Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você".
Finalmente, a quinta qualidade do lápis: GÁLATAS 6:5-7.
Ele sempre deixa uma marca.
Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida, irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação".
Ilustrações do Reino de Deus
Vamos esconder a nossa bondade - sim, vamos esconder até de nós mesmo. Dê com tanta freqüência, e de forma tão constante, que você nem mais nota que tenha ajudado os necessitados do que você notaria que tenha tomado suas refeições normais. Dê as suas esmolas sem nem sussurrar para si mesmo "Como sou generoso!" Não dê nenhuma recompensa para si mesmo. Deixe o assunto com Deus, que nunca deixa de ver, de notar, e de recompensar. - Este é o pão, que comido na pressa, é mais doce do que o banquete de reis.
Charles H. Spurgeon em "O Talão de Cheques da Fé" (Faith's Checkbook). Christianity Today, Vol. 32, no. 5.
Fonte: www.hermeneutica.com
Charles H. Spurgeon em "O Talão de Cheques da Fé" (Faith's Checkbook). Christianity Today, Vol. 32, no. 5.
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Ilustrações do Reino de Deus
O Teólogo Americano Thomas Merton disse: “Não há nada de confortável na Bíblia - até que nós conseguimos fazê-lo confortável para nós mesmos. Daí, então, talvez estejamos confortáveis demais com ela. Cuidado, para não pensar que você já conhece a Bíblia - só porque você não tem mais problemas com ela. Será que aprendemos a não realmente escutar a Bíblia? Será que chegamos ao ponto de não mais questionar a Bíblia e não mais ser questionados por ela?
– “Opening the Bible” de Thomas Merton citado em "Um Guia Para Oração Para Todo o Povo de Deus", (“A Guide to Prayer for All God's People”), p. 83 Job, Rueben P. and Norman Shawchuck Nashville, Tenn: Upper Room Books, 1990.
Fonte: www.hermeneutica.com
Ilustrações do Reino de Deus
"Eu ouvi contar a respeito de um canibal convertido nas ilhas dos Mares do Sul que estava assentado perto de um grande caldeirão lendo sua Bíblia quando um antropólogo com um capacete se aproximou dele e perguntou: "O que você está fazendo?" O nativo respondeu: "Estou lendo a Bíblia." O antropólogo zombou e disse: "Você não sabia que os homens modernos e civilizados rejeitaram esse livro? Não passa de um amontoado de mentiras. Você não deveria desperdiçar o seu tempo". O canibal olhou-o de alto a baixo e lentamente respondeu: "Senhor, se não fosse por este livro, o senhor estaria neste caldeirão!" A Palavra de Deus modificou a vida dele, e também o seu apetite."
(Rick Warren, em "Poder Para Ser Vitorioso", pg 26 - Ed Vida).
Fonte: www.sfnet.com.br
Ilustrações do Reino de Deus
Um velho pastor de Haiti falou da necessidade de compromisso com Cristo assim. Ele contou a história de um homem que queria vender sua casa por $2,000.
Outro homem queria muito comprar aquela casa. Mas, porque ele era pobre ele não conseguia pagar o preço do dono. Depois de muita negociação o dono da casa concordou em vender a casa pela metade do preço.
Ele só tinha uma ressalva: ele continuaria como dono de um pequeno prego cravado na parede em cima da porta da casa.
Depois de alguns anos, o dono original queria comprar sua casa de volta. Mas, o novo dono não concordava em vender. Então, o dono original saiu pela estrada, achou o cadáver de um cachorro e o pendurou na parede pelo prego que lhe pertencia.
Em pouco tempo, a casa ficou insuportável, e a família foi obrigada a vender a casa de volta ao dono original.
A conclusão do pastor Haitiano foi o seguinte: “Se nós deixamos o Diabo com apenas um pequeno prego nas nossas vidas, ele voltará e pendurará seu podre lixo lá, deixando as nossas vidas insuportáveis para Cristo habitar.”
Você tem um prego daqueles na sua vida? Há algum pecado ou hábito predileto que você ainda não entregou a Jesus?
Pode ter certeza, Satanás irá voltar. O dono daquele prego, daquele pecado ou hábito predileto irá aparecer, mais cedo ou mais tarde.
Ele vai usar aquela coisa pequena, aquele prego para estragar tudo que você quer tentar construir de bom. E, no final, ele vai levar tudo que você tem.
Adaptado de uma ilustração em Craig Brian Larson "Ilustrações Para Pregação Bíblica do Jornal Liderança" (“Illustrations for Biblical Preaching from Leadership Journal”), Grand Rapids: Baker, 1993
Fonte: www.hermeneutica.com
Ilustrações do Reino de Deus
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